História do Blackjack
O jogo Blackjack deriva do jogo francês vingt-et-un ou vinte e um. Até a 5º década do século passado acreditava-se que o jogo era muito similar ao bacará e que a casa tinha lucro porque o jogador jogava primeiro.
Baldwin, Cantey, Maisel, e McDermontt publicaram em 1956 um artigo no “Journal of the American Statistical Association”que dava uma série de recomendações para o jogo, as quais eram muito similares à estratégia básica de hoje. No ano seguinte, publicaram um manual para o público com este sistema de jogo, mas provocaram pouco interesse até que Edward O. Thorp (Doutor em Filosofia) viu o artigo e entendeu que houve partes do jogo que se perderam no passado. A pesquisa mostra que a composição do baralho varia com cada carta que é repartida, além disso, outra observação foi que algumas combinações das cartas restantes favoreciam à casa e outras favoreciam aos jogadores.
“Derrote o Crupiê”(“Beat the Dealer”) foi um dos livros mais famosos no circuito de cassinos, que foi publicado em 1962 pelo Dr. Thorp. O livro fala sobre a mensagem simples, mas profunda, de que os baralhos têm memória. Cada mão depende da composição do baralho no momento e prestando atenção nas cartas já jogadas, o jogador em questão pode predizer quase com precisão o que sairá no baralho seguinte.
Evolução do Blackjack com os computadores
A teoria de contar cartas nasceu depois de que Thorp, com a ajuda dos computadores, fez uma análise estatística que posteriormente foi chamada de “simulação Monte Carlo”. Thorp descobriu que os 10 e os Ases que ficam no baralho põem o jogador em vantagem, enquanto que os 5 e os 6 que ficam no baralho põem o crupiê em vantagem.
Se o jogador pudesse rastrear os cartas que ficam no baralho, poderia decidir como apostar em cada mão. Por exemplo, se ficam muitos 10 e ases poderia de maneira inteligente apostar muito, e se ficam muitos 5 e 6 poderia apostar pouco.
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